Meu amigo de longa data e sua namorada | +18

Meu amigo de longa data e sua namorada | +18

“Cuidado Ana, cuidado com o que você pede. Pois de repente ele aparece, vendendo ilusões a prazo, cada um tem o que merece”

A música ecoava na minha cabeça. Sacudi o cabelo, coloquei uma roupa qualquer, passei meu batom preferido e entrei no carro. Saí sem rumo, andei por todos os lugares com a música no último volume. Queria sair de mim, entrar em algum lugar e dançar até meus pés doerem.

Mais uma vez estava sozinha. Optei por um bar, onde ninguém me julgaria pela falta de companhia. Desci, arrumei a saia e vi que tinha colocado uma roupa curta demais, fechei o casaco, mas o vento cortava meu rosto e o frio causava arrepios nas minhas pernas.

Entrei no bar e pedi um wisky para esquentar, sem gelo.

O garçom me olhou com piedade, deve ter pensado que a desilusão tinha sido grande, de fato, foi. Bebi lentamente, sentindo o amargo descer pela garganta e aos poucos esquentando meu corpo, enquanto batia minhas unhas na mesa. O bar era rústico, ficava no final da avenida, era o tipo de bar que eu gostava, as pessoas conversavam alto e tocava um rock calmo ao fundo.

Meu celular vibrava, mensagens e mais mensagens, não tinha coragem de olhar… Na verdade, até tinha, mas não queria. Cansei de me fazer de durona e resolvi olhá-lo. Era um amigo, de longa data. Perguntou onde eu estava, queria ir a meu encontro, respondi.

Passaram-se vinte e cinco minutos e ele entrava pela porta, imponente como sempre, agarrado à cintura de uma menina dos cabelos claros, bem vestida e com o olhar mais doce que eu já havia visto. Após algumas olhadas em volta, seu olhar encontrou o meu e os dois vieram em minha direção. Ela apresentou-se e me deu um beijo no rosto, ele segurando minha nuca com a mesma possessividade em que segurava a cintura dela, fez o mesmo. Ela sorriu e sentou.

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Começamos a conversar, ela pediu Martini.

Ele como sempre, cerveja artesanal, era sua preferida. Entramos em uma conversa longa, onde contei minha última aventura romântica que não deu certo. Ela me olhava e eu podia sentir que sentiu-se comovida com meu sofrimento. Ele, por sua vez, tirava onda com a minha cara e dizia que nunca havia me visto daquela forma.

Nessa hora o som tocava mais alto, eu tinha que praticamente ler os lábios dos dois, e os dela, por alguma coisa não identificada me chamavam atenção. Nunca tinha me sentido atraída por uma boca, como estava naquele momento. Ele indagou em silêncio, mexia as mãos e praticamente questionava o meu desejo. Disfarcei, fui pega no exato momento em que me imaginava beijando a boca dela. O olhar era doce, era inexplicável a sensação que me causava.

Ele sugeriu que saíssemos dali,

O som estava alto e quase não podíamos conversar. Fui até meu carro, e ele pediu que fossemos no dele, depois eu passaria pegar o meu. Concordei, fechei a porta e fui até o carro deles. No caminho até o carro, ela olhou bem dentro dos meus olhos e pegou minha mão. Praticamente sussurrou: -Eu vi que olhava pra mim enquanto eu falava, e se quiser saber, estou com desejo de você também!

Abri a boca, pensei em falar, respirei e engoli as palavras. Ele aguardava do lado de fora, olhando pra nós. Fiquei morta de vergonha, mas meu corpo esquentou, pude sentir cada parte dele se arrepiando. Estava tudo muito claro, não sei porque ela havia sentido o desejo em mim. Eu estava um caco, física e psicologicamente, mal conseguia me expressar devido à tristeza que sentia.

Entrei no carro, conversávamos e riamos de tudo, ele sugeriu que fossemos a casa dele, pois havia comprado uns livros e queria me mostrar. Concordei.

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Chegamos e ele abriu mais cervejas

Começamos a beber e conversar sobre os livros, ela sentou na cadeira do computador e eu na ponta da cama, ele permanecia em pé, na minha frente, falando com orgulho de suas aquisições. Ela levantou, ligou o abajur e apagou a luz do quarto. Primeiramente me senti acoada, com um medo sinistro do que me esperava, ele olhou pra ela, sorriu e mexeu na barba que alcançava a altura do peito.

Ele deu o sinal de aprovação e ela parou na minha frente, tirou o vestido. Estava somente de sinta-liga e saltos, ela era linda. Abri a boca novamente, mas minha coragem se esvaiu, eu queria perguntar o que estava prestes a acontecer, mas não tive coragem e deixei que rolasse.

Não fazia ideia do quê tinham imaginado pra nós três, mas eu queria. Seria mais uma experiência para meus textos? Talvez eu pudesse contar em poucas linhas, uma noite mágica em que eu havia feito um ménage a tróis…

Deixei, com todas as minhas “crenças” de que eram somente homem e mulher no sexo. Afinal, o que havia de mal em duas mulheres e um homem? Nada! Enquanto pensava, minha cabeça girava e eu lutava contra tudo que sempre acreditei. Ela dançava Do I Wanna know do Artic Monkeys.

Mexia o quadril, lentamente, pra lá e pra cá.

Eu não sabia onde por minhas mãos, então as deixei no meu colo, com o queixo no chão. Ele, sentado na cadeira onde ela estava, bebia a cerveja e apreciava o momento, olhava-nos com os olhos de quem poderia devorar as duas, naquele instante.

Ela era de uma coragem insana, pegou minhas mãos e mostrava onde queria ser tocada. Primeiramente passei nas pernas, a pele era macia como veludo… Me puxou, pra que eu ficasse em pé, apertava as mãos por cima da minha em sua cintura, ela colocava força, e eu com mais medo do que o comum, não queria deixá-la marcada, mas ela gostava de força. Me encorajava e dizia que minhas mãos eram macias.

Em um instante olhei para o lado, ele estava apenas de boxer preta

E acariciava seu membro em toda extensão. Meus olhos provavelmente me entregaram, estava apavorada, ela me olhou e sorriu, pediu pra que eu ficasse calma e se aproximou. Colou os lábios dela aos meus, tinha gosto de Martini e morango, a boca era TÃO macia… Ela passou pelo meu pescoço e mordeu de leve.

Após essa dança, de nossas bocas, ela me beijou ferozmente, como se fosse a última coisa que faria na vida. Eu só fechei os olhos e me permiti. Quando voltei do paraíso, abri os olhos e senti ele por trás de mim. Ele me segurava pela cintura e desceu minha saia.

Apertava minha bunda com força e ela só sabia sorrir.

Eu estava à mercê dos dois, deixei de lutar contra meu desejo. Me empurrou na cama, enquanto ele me acariciava, ela me beijava cada vez mais forte. Eu já não sabia mais quais eram meus cabelos, quais eram os dela. Era uma confusão de cabelos e barba.

Ouvi apenas respirações ofegantes e gemidos. Eu estava deitada na cama, e ela saboreava meu corpo com lambidas e mordidas que me causavam arrepios e gritos quase felinos. Os gemidos tornaram-se uma música, até que um gemido mais alto ecoou no quarto e eu podia ouvir somente o som de estocadas lentas e precisas.

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Ela me chupava enquanto estava de quatro

E ele metia nela. Ela gemia praticamente dentro de mim, aquilo era demais, eu estava entrando em um estado de desejo que nunca havia experimentado antes. Senti que poderia explodir a qualquer momento. Ela me mandou ficar na mesma posição em que estava, ele tinha um gemido gutural, parecia que estava caçando sua presa, ficamos nós duas naquela posição, ele alternava as estocadas, em mim, nela, de novo e de novo. Nos beijávamos e ele fazia sons de aprovação, perguntava o que éramos, se éramos dele…

Ela respondeu sem pensar. Eu fiquei pensando, não respondi, até que ouvi um estalo e senti uma ardência absurda na minha bunda, ele me batia pra que eu respondesse. Por algum motivo, eu não queria responder, estava gostando dos tapas que cada vez ficavam mais fortes, até que ele parou e falou:

-Responda! Você é minha, por essa noite?

Eu olhei pra trás, mordi o lábio e respondi:

-Sim, sou sua essa noite.

Ele passou as mãos onde havia batido e disse:

-Boa menina.

Estava em êxtase, era tudo diferente, mas era uma coisa da qual eu me condenava…

Por não ter experimentado antes. Ficamos durante um tempo naquela troca de olhares, carinhos e tesão. Após chegarmos todos ao nosso objetivo, deitamos na cama ainda ofegantes. Ele no meio, nos abraçou e agradeceu pela maravilha que tínhamos feito.

Acordei em um pulo, o celular despertava, era uma terça feira. Acordei sozinha na minha cama, toda suada. Esfreguei os olhos e procurei os dois. Não estavam ali. Tinha sido apenas um sonho. Agora, ando por aí, procurando em meio à multidão, meu amigo de longa data e sua namorada.

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