O amor vem para os distraídos

O amor vem para os distraídos

Eram 02:10 da madrugada, eu estava deitada já. Na playlist tocava Ed Sheeran e eu estava longe. Eu tinha acabado de terminar um livro da Isabela Freitas (que eu S-U-P-E-R-A-M-E-I) e confesso que ao som do Ed, eu imaginava a minha vida do jeito que eu sempre quis.

Não que eu achasse minha vida ruim, nada disso. Eu adoro minha vida, como outra qualquer não é perfeita, mas arruma um lado aqui, outro acolá e assim vou vivendo.

Eu só queria vivenciar um amor, uma história dessas de arrancar suspiros sabe?! Queria encontrar alguém que me fizesse pirar, sério. Que me enchesse de amor, que dividisse um cachorro quente comigo e que me fizesse rir fazendo caretas engraçadas.

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Queria alguém com quem brigar e logo fazer as pazes me dando a certeza de que o amor é incapaz de não pedir desculpas. Queria viver uma paixão intensa, avassaladora. Queria me perder, me encontrar. Queria me ver nos olhos de alguém e vice-versa.

Mas eu sei também que amor acontece quando a gente menos espera. Um dia você está lá, andando numa rua qualquer e BUM, aconteceu! É isso, requer paciência. Não é algo que se possa correr atrás, em algum dia qualquer ele chega. Algum dia alguém vem do nada, de mansinho, chega e rouba teu tudo. Te faz sonhar, viver, sorrir.

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O amor não é coisa que se procure, ele mesmo encontra uma maneira de chegar até a gente. E não pense que quando chega ele bate na porta, ele entra sem bater mesmo. Vai tirando tudo do lugar, bagunçando a casa, tirando algumas certezas de lugar e trocando por outras. É assim que acontece. Por fim digo: Não se afobe menina, o amor é isso, requer paciência

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